sábado, 18 de dezembro de 2010

PEDE PARA SAIR!

POPULAÇÃO DIZ QUE ESTÁ INSATISFEITA COM A ATUAL ADMINISTRAÇÃO
Durante duas semanas os informativos BARÃO DE INOHAN e CULTURARTEEN fizeram duas enquetes: a primeira queria saber dos leitores se eles eram a favor da cassação do prefeito de Maricá. O Barão de Inohan recebeu 109 votos sendo 94 pelo SIM e 15 pelo NÃO. Já o CulturarTEEN recebeu 44 votos, sendo 39 pelo SIM e 5 pelo NÃO. No total 133 leitores disseram que são a favor da cassação do prefeito e apenas 20 leitores disseram que não.
Na segunda enquete, perguntas o que o leitor está achando da atual administração municipal. Os resultados foram os seguintes: BARÃO DE INOHAN > Péssima 83, Ruim 12, Regular 8, Boa 0, Muito Boa e Excelente 5 num totoal de 108 votos.
CULTURARTEEN > Péssima 30, Ruim 5, Regular 2, Boa 0, Muito Boa e Excelente 1, num total de 38 votos.
Pelos leitores do Barão de Inohan 87% estão insatisfeitos com a atual adminsitração e pelos leitores do CulturarTEEN, esse número sobe para 91%, considerando apenas os votos em péssima e ruim.
É interessante reparar que todas as pesquisas feitas pelos nossos informativos e por outros informativos, jornais e mídias de Maricá estão sempre dando números próximos a 90% de rejeição.
Interessante também é fazer a correlação destes números com os números de votos recebidos pela candidata do prefeito a Deputada Estadual, Sra. Rosângela Zeidan. Seus 6600 votos equivalem a aproximadamente 10% dos eleitores de Maricá, ou seja, 90% rejeitaram ela, seu marido e a atual administração de Maricá.
Esperamos de coração que as coisas mudem em 2011 e a população possa voltar a sorrir!

VEREADORES UNIDOS COM O PREFEITO

(título correto) PREFEITURA RECEBE VAN PARA TRANSPORTE DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS
(título da prefeitura)
Quaquá recebe van para transporte de pessoas com deficiência‏

O prefeito Washington Quaquá recebeu nesta quinta-feira (16.12) do Governo do Estado uma van para transporte de pessoas com deficiência física que residem em Maricá. A entrega do veículo foi possível por meio de uma parceria com Loterj/Rio Solidário.
No início do mês, Quaquá já havia aderido à Agenda Social para inclusão de deficientes.
“Ao aderir a esse compromisso, o município passa a ter maior facilidade para aprovar projetos de inclusão de pessoas com deficiência nas áreas da Saúde e da Educação e também as que concernem à Acessibilidade Arquitetônica”, enfatiza o prefeito.
A secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Izabel Maior, ressaltou que, com o termo de adesão, a cidade começa a estreitar laços junto aos ministérios.
“Isto abre um canal importante para aprovação de projetos com foco nas necessidades dessas pessoas”, diz Izabel.

ABRE LOGO A CAIXA PRETA OU SERÁ MAIS UMA MENTIRA?

HELTER FERREIRA SOFRE PRESSÃO E AMEAÇA ABRIR A CAIXA PRETA
Fabiano Novaes - Imbassaí Noticiado

A última sessão da Câmara dos Vereadores do ano foi marcada pelo seu teor. Realmente o clima estava muito quente. Quem esperava um ambiente mais ameno devido ao espírito natalino ficou surpreso com a disposição e o pronunciamento dos vereadores.
Para começar, uma cena curiosa, após a leitura da ordem do dia, a matéria da LOA – lei orçamentária anual foi posta em votação em segundo turno. O presidente fez pergunta tradicional.
- Como vota o vereador Bubute?
Pasmem os senhores, vossa excelência, vereador Bubute não soube como votar e depois de pedir uma “colinha” para o vereador Ronny deu o parecer favorável.
A pergunta que não quer calar. Será que ele sabe em que votou?
Curiosamente depois da votação o nobre vereador se retirou sem pedir licença. Teria ele ficado envergonhado com as risadas e comentários feito pelos colegas e ouvintes na plenária?
Seguindo o rito, após a leitura da ordem do dia foi passada a palavra para os vereadores que quisessem fazer uso da mesma.
Depois de algumas semanas sem se pronunciar e sofrendo muita pressão dos vereadores que compõem a oposição, o vereador Hélter Ferreira (fotos) resolveu usar a tribuna para parabenizar os eleitores e justificar a acusação feita pelo colega Paulo Maurício, que falou da entrevista concedida onde Hélter afirma que a Câmara é um picadeiro.
Helter tentava justificar, quando Paulo Maurício pediu a parte e falou sobre a frustração pessoal dele quanto ao posicionamento do vereador petista.
Helter Ferreira tentou exitar, mas não resistiu. Disse que estava sendo muito massacrado, caluniado e que estavam tentando denegrir a imagem questionando seu caráter. Acusou os vereadores de falsos e criticou a postura do vereador Uiltinho, pela forma com a qual ele tratou o vereador Ronny durante a sessão da votação polêmica. Comentou sobre o episódio em que Uiltinho foi acusado de pratica de racismo. Helter disse que não acredita na inocência do vereador, pois se ele é capaz de desrespeitar um colega na Câmara, imagina o que ele pode ter feito com os policiais?
Helter encerrou dizendo que tem visto muita demagogia na Casa, disse que tem muita gente falando da boca para fora. Desejou que em 2011 os colegas voltem com os corações sinceros e se quiserem fiscalizar, que façam o seu papel , pois ele fará o dele.
Neste momento Helter apontou para a língua dizendo estar com a chave da caixa preta. A platéia pediu para ele abrir e ele respondeu que faria depois.
O vereador Paulo Maurício questionou se a caixa preta era da Câmara, pois se fosse ele estava de fora. Helter tentou desconversar, mas deixou a ameaça no ar.
E agora?
Existe mesmo caixa preta na Câmara?
Quem faz parte dela?
Será que isto não foi uma forma de coagir os trabalhos de investigações?
A CPI continuará com todo vapor depois desta ameaça?
Será que o Helter realmente vai abrir a caixa preta?

O que sairá dela?



AQUI O PALHAÇO É VOCÊ

sábado, 11 de dezembro de 2010

MARILÁ - A TOMADA DO CASTELO


MINHA MARICÁ, MINHA VIDA




O JEITO PT DE FAZER POLÍTICA

Celso Daniel e crimes novos :: Rubem Azevedo Lima


A Justiça paulista condenou, à revelia, a 18 anos de prisão, Marcos dos Santos, motorista do carro que sequestrou o prefeito petista de Santo André, Celso Daniel, torturado e morto, para não revelar atos de corrupção no partido. O crime teve, pois, viés político, ao contrário da negativa da cúpula do PT e de Lula, que o diziam coisa de bandidos.

Coordenador da campanha presidencial de Lula, em 2002, Daniel fazia, entre empresários de Santo André e outras cidades, coleta de recursos, controlada por Sérgio Gomes, o Sombra, que dizia entregá-los a José Dirceu. Sombra recebia as doações com revolver sobre a mesa, para intimidar os contribuintes, mas desviava para si parte do recolhido. Daniel reclamou dos desvios e Sérgio, segundo os autos, tramou seu sequestro, contratando bandidos que torturaram e mataram o prefeito, depois jogaram o cadáver numa estrada local.

À época, era secretário de Daniel o atual chefe do gabinete de Lula, Gilberto Carvalho. Este, no aniversário do morto, publicou necrológio elogioso do ex-prefeito e teria dito aos dois irmãos de Daniel, que chegou a conduzir em seu carro pacotes do dinheiro recolhido. Em CPI no Congresso, houve acareação entre os três. Carvalho negou esse fato, mas muitos acharam os irmãos mais firmes na acareação do que Carvalho.

A CPI não aceitou processar Lula, como o senador Álvaro Dias propôs. Os governistas insistiram na tese do crime comum, sem vinculação política. Em levantamento minucioso, o coronel reformado do Exército Roberto de Oliveira mostrou que, depois de Daniel, morreram mais sete pessoas, partícipes do episódio, numa queima serial de arquivos.

No julgamento do motorista, o promotor Cembranelli disse que não se guiou pela política. “O PT não foi julgado, mas o crime deu-se em contexto que envolvia altos membros do partido”. Portanto, fez-se justiça.

O presidente Dutra, do PT, quer processá-lo. Não seria melhor cuidar dos crimes novos na praça: nepotismo no Orçamento da União e desvio fiscal de milhões de reais do petróleo, no Rio? Nesses casos e no de Daniel, afora os bandidos, não há fantasmas, mas só gente graúda a justiçar. É o lixo das estrebarias, cuja limpeza cabe agora a Dilma exigir que se faça.