
domingo, 24 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
A VOLTA DOS MORTOS VIVOS
Lembrando a todos, antes de lerem esse belo texto de Ana Paula Carvalho, que por lei, os candidatos às eleições de 03 de outubro, terão até o dia 01 de novembro para retirar SEM MULTAS, as propagandas que ainda deixam nossas ruas e terrenos imundos.
E aproveite para participar da enquete sobre qual será o próximo presidente da república na sua opinião: www.inquiete.com.br

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sábado, 16 de outubro de 2010
A RESPOSTAS DA URNAS
A Resposta das Urnas!
Li os noticiários invariavelmente sem surpresas sobre as eleições do primeiro turno de 2010, só os veículos de opinião pública pareciam não saber que existia o SIM da maioria para a primeira candidata á presidência, o NÃO para o segundo candidato e o que ninguém parecia perceber é que existia um TALVEZ para a terceira concorrente que vinha tendo uma adesão crescente por ser uma opção ainda que inviável pelo suposto baixo índice de votos, mas que seria o fiel dessa balança. O mais impressionantemente triste é observar que num país de cento e noventa milhões de habitantes que falamos com tanto orgulho, as únicas opções que nos aparecem como capazes são estas parcas e patéticas figuras que estão na reta final das eleições.
Poderíamos ter pelo menos uma dúzia de candidatos com o perfil desejado e não a votação por falta de opção, ainda assim algumas coisas podem ser perceptíveis. Após os primeiros resultados observamos que a terceira candidata teve uma votação maciça de 14,5% do eleitorado, outros 26,1% se abstiveram, anularam ou invalidaram seus votos, o que representa um universo de 40,6% de votantes se somarmos o percentual de 24,4% do conseguido pelo segundo candidato teremos um total de 65%, o que denota um número de rejeição neste valor. Este percentual de pessoas não deseja o favorito no poder. Isso poderia ter significado que o futuro presidente do Brasil poderia ter sido eleito com pouco mais de 35% do pleito em números totais, ou seja, se elegeria com 1/3 do total de votantes e nunca com a metade da totalidade de eleitores.
Por outro lado supondo que haverá uma distribuição ainda que não homogênea dos votos da terceira candidata entre o primeiro e terceiro lugar existe uma variável que poucas pessoas devem ter atentado que são os votos considerados inválidos no primeiro turnos. Como para aqueles votantes seu voto aparentemente não teria peso de decisão, pois as cartas pareciam já estar marcadas, nesta nova fase essa abstinência tende a não ser com a mesma razão porque alguns deste votarão (já que são obrigados a comparecer na zona eleitoral) no candidato favorito só para fazer parte da turma que vai sair vitoriosa, ainda que isso não nos traga nenhum benéfico palpável, e outra parte votará no azarão, o candidato improvável para que o outro não se eleja de forma alguma, da mesma forma não trará qualquer tipo de beneficio.
O voto obrigatório neste caso se mostra um tiro no próprio pé porque terão que contar com os insatisfeitos e revoltados pelo simples fato de serem obrigados a votar no país que se diz democrático onde inclusive querem cercear a liberdade de imprensa. Acredito que se não desejam ser motivo de chacota na mídia não deveriam dar razão para tal com suas atitudes pouco dignas e de gosto duvidosas, a verdade é que não temos ninguém hoje despontando na política que efetivamente nos represente como povo e nação. A votação expressiva em São Paulo para o palhaço que ri até da política é um aviso que já não depende de nós elegermos nossos representantes, mas sim da propaganda que lhes é peculiar.
Em geral e é de pouca notoriedade essa visão, pessoas que se elegem com perfil legislativo pouco ou quase nada têm a contribuir quando se candidatam a cargos executivos e vice versa, são funções distintas e impares, da mesma forma qualquer gestor que se preze cuida para que seu governo tenha sucesso utilizando seu tempo para fazer política de relações públicas e para isso precisa contratar administradores competentes para gerir seus diversos setores. Prevejo que se o candidato favorito ganhar as eleições o percentual diferencial deva ser de 1,5%, já no caso de haver uma virada de sucesso do segundo candidato o percentual de vantagem em relação ao seu adversário seja de 0,5%.
Gostaria de ter outras opções ou de não precisar me responsabilizar por esta atitude de votar obrigatoriamente e por esse motivo vou continuar levantando todas as bandeiras que considerar patrióticas, mas não se surpreendam se num futuro próximo tivermos que eleger um palhaço para presidente, se é que já não o fizemos!
Ana Paula de Carvalho
A RESPOSTA das URNAS II
“O Caso Maricá”
Acabei de ler o obituário político nos jornais locais e vi com muita seriedade que Maricá disse NÃO para o Amadorismo e Coronelismo que se instalou neste município desde sempre. As pessoas resolveram ouvir novas vozes e ir ás urnas dar a sua opinião e ficou bem evidente que quem não obteve o índice mínimo de votos razoáveis que seriam na base dos 7.000 está politicamente morto, ainda que seja temporariamente, digo isso, porque nada impede que estes lancem mão de posturas e atitudes de acordo com o cargo político pretendido e em consonância com a população local.
Passando ao longo das vias, ainda é fácil perceber os campos de batalha onde foram travadas as disputas de territórios, seus estandartes e bandeiras totalmente destruídos jazem no chão presas á vegetação, ao sabor do vento, como lembrança de uma guerra sem vencedores, entretanto nós os eleitores saímos gloriosos! A pergunta que colocamos agora é que surpresas teremos para as eleições de 2012 e quem de verdade estará pronto para concorrer aos cargos que definirão o nosso futuro nos anos seguintes? Existem alguns conceitos a ponderar e parâmetros a configurar.
Entre eles está a vocação para o tipo de trabalho a que se propõe fazer, isso é um talento que nasce conosco, ter um dom natural para executar qualquer tipo de atividade é fundamental, representa um percentual elevado de sucesso desde o início. A pessoa mostrar o que sabe antecipadamente quando encampa atos, atitudes e projetos podem minimizar a quantidade de erros futuros já que neste momento a única representação existente é a pessoal, e caso não tenha a experiência necessária é o período certo para aprender In Loco e aumentar a sua capacidade no processo decisório uma vez que este tipo de atividade requer liderança praticamente nata.
É importante definir os seus parâmetros ideológicos e se perguntar se deseja apenas o status que o cargo lhe confere ou realmente quer deixar seu nome honrosamente na história de sua cidade e país. O simples fato de outros acharem que você pode ser candidato, não assegura que terá um mandato sereno e com lisura, temos no próprio município um exemplo de legisladores que acabaram por se eleger ás custas de votos de terceiros através do uso de suas imagens figurativas nas campanhas no intuito de associar sua fraca representação a nomes já consolidados, o que estes que acabaram por se “vender” em troca de nomeações e vantagens pessoais não prevêem é que no caso do mandato ser um insucesso seus nomes também perde o valor agregado muitas vezes ao longo de anos até de bom trabalho.
Por isso, antes de ser candidato a candidato pergunte-se que tipo de político quer ser, se deseja se Eleger (que neste caso é ocupar o cargo através de compromissos eleitorais diversos) ou se pretende ser Eleito (ocupa o cargo por vontade popular com intenções honestas). Apesar de serem parecidas, as expressões são antônimos, pois tem objetivos distintos e diferenciados e, dito isto, tenho certeza que aqui em Maricá quem não arregaçar as mangas agora para mostrar o que pretende e é capaz, certamente não se elegerá, até porque eu não acredito em candidatos de ultima hora e jamais votarei num!
Farei tudo ao meu alcance também para que outras pessoas pensem da mesma forma, com isso a contar da data atual os candidatos terão 6 anos e não 4 como manda a lei de eleitoral para exercer o seu mandato, 2 por conta de sua campanha popular junto á comunidade e 4 por direito adquirido por votação direta. Se estiver ao meu alcance jamais permitirei que político algum não cumpra suas obrigações públicas e que não cumpra os horários de labuta como qualquer trabalhador que com seu voto o empossou.
Os cargos públicos em Maricá não serão mais cabides de empregos para gente desocupada ou com insatisfação profissional, hoje já sabemos o que queremos e o que não queremos para os próximos anos e a resposta foi a resposta das urnas no nosso município e o fato de não elegermos nenhum candidato por entendermos que eles não nos representavam de forma alguma. É importante ressaltar que todos os cidadãos estão aptos a concorrer aos cargos públicos nas próximas eleições, isso vale também para as lideranças partidárias sempre lembrando que o ideal é começarem a trabalhar desde já!
Somos novos soldados numa guerra muito antiga, mas não desistimos nunca!
Ana Paula de Carvalho
www.civilidade.com.br
Li os noticiários invariavelmente sem surpresas sobre as eleições do primeiro turno de 2010, só os veículos de opinião pública pareciam não saber que existia o SIM da maioria para a primeira candidata á presidência, o NÃO para o segundo candidato e o que ninguém parecia perceber é que existia um TALVEZ para a terceira concorrente que vinha tendo uma adesão crescente por ser uma opção ainda que inviável pelo suposto baixo índice de votos, mas que seria o fiel dessa balança. O mais impressionantemente triste é observar que num país de cento e noventa milhões de habitantes que falamos com tanto orgulho, as únicas opções que nos aparecem como capazes são estas parcas e patéticas figuras que estão na reta final das eleições.
Poderíamos ter pelo menos uma dúzia de candidatos com o perfil desejado e não a votação por falta de opção, ainda assim algumas coisas podem ser perceptíveis. Após os primeiros resultados observamos que a terceira candidata teve uma votação maciça de 14,5% do eleitorado, outros 26,1% se abstiveram, anularam ou invalidaram seus votos, o que representa um universo de 40,6% de votantes se somarmos o percentual de 24,4% do conseguido pelo segundo candidato teremos um total de 65%, o que denota um número de rejeição neste valor. Este percentual de pessoas não deseja o favorito no poder. Isso poderia ter significado que o futuro presidente do Brasil poderia ter sido eleito com pouco mais de 35% do pleito em números totais, ou seja, se elegeria com 1/3 do total de votantes e nunca com a metade da totalidade de eleitores.
Por outro lado supondo que haverá uma distribuição ainda que não homogênea dos votos da terceira candidata entre o primeiro e terceiro lugar existe uma variável que poucas pessoas devem ter atentado que são os votos considerados inválidos no primeiro turnos. Como para aqueles votantes seu voto aparentemente não teria peso de decisão, pois as cartas pareciam já estar marcadas, nesta nova fase essa abstinência tende a não ser com a mesma razão porque alguns deste votarão (já que são obrigados a comparecer na zona eleitoral) no candidato favorito só para fazer parte da turma que vai sair vitoriosa, ainda que isso não nos traga nenhum benéfico palpável, e outra parte votará no azarão, o candidato improvável para que o outro não se eleja de forma alguma, da mesma forma não trará qualquer tipo de beneficio.
O voto obrigatório neste caso se mostra um tiro no próprio pé porque terão que contar com os insatisfeitos e revoltados pelo simples fato de serem obrigados a votar no país que se diz democrático onde inclusive querem cercear a liberdade de imprensa. Acredito que se não desejam ser motivo de chacota na mídia não deveriam dar razão para tal com suas atitudes pouco dignas e de gosto duvidosas, a verdade é que não temos ninguém hoje despontando na política que efetivamente nos represente como povo e nação. A votação expressiva em São Paulo para o palhaço que ri até da política é um aviso que já não depende de nós elegermos nossos representantes, mas sim da propaganda que lhes é peculiar.
Em geral e é de pouca notoriedade essa visão, pessoas que se elegem com perfil legislativo pouco ou quase nada têm a contribuir quando se candidatam a cargos executivos e vice versa, são funções distintas e impares, da mesma forma qualquer gestor que se preze cuida para que seu governo tenha sucesso utilizando seu tempo para fazer política de relações públicas e para isso precisa contratar administradores competentes para gerir seus diversos setores. Prevejo que se o candidato favorito ganhar as eleições o percentual diferencial deva ser de 1,5%, já no caso de haver uma virada de sucesso do segundo candidato o percentual de vantagem em relação ao seu adversário seja de 0,5%.
Gostaria de ter outras opções ou de não precisar me responsabilizar por esta atitude de votar obrigatoriamente e por esse motivo vou continuar levantando todas as bandeiras que considerar patrióticas, mas não se surpreendam se num futuro próximo tivermos que eleger um palhaço para presidente, se é que já não o fizemos!
Ana Paula de Carvalho
A RESPOSTA das URNAS II
“O Caso Maricá”
Acabei de ler o obituário político nos jornais locais e vi com muita seriedade que Maricá disse NÃO para o Amadorismo e Coronelismo que se instalou neste município desde sempre. As pessoas resolveram ouvir novas vozes e ir ás urnas dar a sua opinião e ficou bem evidente que quem não obteve o índice mínimo de votos razoáveis que seriam na base dos 7.000 está politicamente morto, ainda que seja temporariamente, digo isso, porque nada impede que estes lancem mão de posturas e atitudes de acordo com o cargo político pretendido e em consonância com a população local.
Passando ao longo das vias, ainda é fácil perceber os campos de batalha onde foram travadas as disputas de territórios, seus estandartes e bandeiras totalmente destruídos jazem no chão presas á vegetação, ao sabor do vento, como lembrança de uma guerra sem vencedores, entretanto nós os eleitores saímos gloriosos! A pergunta que colocamos agora é que surpresas teremos para as eleições de 2012 e quem de verdade estará pronto para concorrer aos cargos que definirão o nosso futuro nos anos seguintes? Existem alguns conceitos a ponderar e parâmetros a configurar.
Entre eles está a vocação para o tipo de trabalho a que se propõe fazer, isso é um talento que nasce conosco, ter um dom natural para executar qualquer tipo de atividade é fundamental, representa um percentual elevado de sucesso desde o início. A pessoa mostrar o que sabe antecipadamente quando encampa atos, atitudes e projetos podem minimizar a quantidade de erros futuros já que neste momento a única representação existente é a pessoal, e caso não tenha a experiência necessária é o período certo para aprender In Loco e aumentar a sua capacidade no processo decisório uma vez que este tipo de atividade requer liderança praticamente nata.
É importante definir os seus parâmetros ideológicos e se perguntar se deseja apenas o status que o cargo lhe confere ou realmente quer deixar seu nome honrosamente na história de sua cidade e país. O simples fato de outros acharem que você pode ser candidato, não assegura que terá um mandato sereno e com lisura, temos no próprio município um exemplo de legisladores que acabaram por se eleger ás custas de votos de terceiros através do uso de suas imagens figurativas nas campanhas no intuito de associar sua fraca representação a nomes já consolidados, o que estes que acabaram por se “vender” em troca de nomeações e vantagens pessoais não prevêem é que no caso do mandato ser um insucesso seus nomes também perde o valor agregado muitas vezes ao longo de anos até de bom trabalho.
Por isso, antes de ser candidato a candidato pergunte-se que tipo de político quer ser, se deseja se Eleger (que neste caso é ocupar o cargo através de compromissos eleitorais diversos) ou se pretende ser Eleito (ocupa o cargo por vontade popular com intenções honestas). Apesar de serem parecidas, as expressões são antônimos, pois tem objetivos distintos e diferenciados e, dito isto, tenho certeza que aqui em Maricá quem não arregaçar as mangas agora para mostrar o que pretende e é capaz, certamente não se elegerá, até porque eu não acredito em candidatos de ultima hora e jamais votarei num!
Farei tudo ao meu alcance também para que outras pessoas pensem da mesma forma, com isso a contar da data atual os candidatos terão 6 anos e não 4 como manda a lei de eleitoral para exercer o seu mandato, 2 por conta de sua campanha popular junto á comunidade e 4 por direito adquirido por votação direta. Se estiver ao meu alcance jamais permitirei que político algum não cumpra suas obrigações públicas e que não cumpra os horários de labuta como qualquer trabalhador que com seu voto o empossou.
Os cargos públicos em Maricá não serão mais cabides de empregos para gente desocupada ou com insatisfação profissional, hoje já sabemos o que queremos e o que não queremos para os próximos anos e a resposta foi a resposta das urnas no nosso município e o fato de não elegermos nenhum candidato por entendermos que eles não nos representavam de forma alguma. É importante ressaltar que todos os cidadãos estão aptos a concorrer aos cargos públicos nas próximas eleições, isso vale também para as lideranças partidárias sempre lembrando que o ideal é começarem a trabalhar desde já!
Somos novos soldados numa guerra muito antiga, mas não desistimos nunca!
Ana Paula de Carvalho
www.civilidade.com.br
sábado, 9 de outubro de 2010
UM FUTURO SOMBRIO PARA MARICÁ
Meditando sobre o futuro quase imediato de Maricá, fica difícil concluirqual será o futuro de Maricá se o senhor prefeito Quaquá, continuar nopoder. Sua identidade física, cultural e comportamental com a grande massa demanobra do eleitorado fez dele um pseudo líder político decadente queteve a capacidade para manobrar os maricaenses na direção de suavontade, interesses e ambições pessoais e até de vingança e ódio que eletem pelo povo dessa terra...A massa de liderados do Sr Quaquá é composta por pessoas incultas,incompetente e de caráter não ortodoxo, outras sofridas e exploradaspela má qualidade moral da atual política maricaenses, no qual o senhorprefeito se enquadra com louvor. Soma-se a esta massa de iludidos,integrantes de movimentos ditos "sociais" - em defesa da candidatura daprimeira dama, alguns inocentes úteis, crentes na ?divindade? do?salvador de Maricá?, e os eternos oportunistas de plantão que alguns seelegeram vereadores, cuja confiabilidade foi entregue ao diabo nanegociata por suas almas.E isto tudo não é muito, mas parece pouco aos ávidos olhos e mentesdoentia dos que, à sombra de um pseudo líder imoral sem escrúpulos edecadente, trabalham para tentar inutilmente eleger a primeira damadeputada estadual, tentando consolidar o poder conquistado com asferramentas da mentira, da traição, da omissão, entre outros vícios dacamarilha que cerca o senhor prefeito.Estamos assistindo e ouvindo propostas eleitoreiras em carro de somtransitando pela cidade, tentando reforçar o curral eleitoral dosanalfabetos e idiotas funcionais compulsados, como se pudesse continuarfazendo propaganda eleitoral mentirosa para sua esposa, aventureira,candidata a deputada estadual, mentindo descaradamente dizendo que: ? Asobras vão começar?, ouvir aquilo é simplesmente patético, achando queisso sirva de base para seu enriquecimento partidário e possivelmenteuma vitória nas urnas...Estas são constatações genéricas que saltam aos olhos de qualquercidadão de bem, que conheça e aprecie as virtudes do regime democrático.O município de Maricá está sendo, descaradamente aparelhado para tentarconduzir sub-repticiamente ação totalitária e retrógrada, que há mais devinte anos foi banida da Nação Brasileira.Todos os maricaenses minimamente instruídos sabem, consciente ouinconscientemente, que este é o fim colimado pelos ?companheiros nopoder?, basta olhar para as besteiras, devido a incapacidadetécno-administartiva, do senhor quaquá, que foram feitas nesses 21 mesesde governo.Tudo isto evidencia o início da retirada da máscara, como bem prega adoutrina dos petistas xiitas, uma vez que, politicamente, acham que nãoexiste ainda o que temer, pois, não há um líder, pelo menos por enquantoou oposição a enfrentar em Maricá, inclusive a Câmara de Vereadores queestão todo comprometidos, até a alma e com os desvaneios do senhorQuaquá.Há, no entanto, um problema a ser administrado com inteligência ecautela, qual seja: Destruir o mentiroso.É necessário unirmos forças para desestabilizá-lo ainda maispoliticamente de formas que sua esposa tenha um fracasso enorme nasurnas e assim estaremos restringindo o poder dele, não só em Maricá masem todo Estado do Rio, e na hora oportuna garantir a sua derrocada decamarote. Assim foi feito em outras épocas e em outros lugares commuitos políticos.
Eng. Théo Erthal
PARABÉNS CIDADÃOS DE MARICÁ
Parabéns Cidadãos de Maricá!
Um dos três objetivos do Movimento LUTO por Maricá foi conquistado, isto é todos nos esforçamos para o impedimento da candidatura para Deputada Estadual da atual Primeira Dama da Cidade, por entender-se que como esposa do atual prefeito nada tenha a contribuir no cargo pretendido e beneficio da cidade..
Uma batalha vitoriosa nesta guerra pela busca de uma Maricá próspera. Uma vitória limpa e digna de todos que lutam contra a corrupção, amadorismo e incompetências que hoje assolam nossa Cidade, os números por si só expressam em alto e bom som que não mais seremos apáticos aos problemas políticos.
Todos devem avaliar seus papéis neste novo cenário, onde mostramos e que hoje a atual gestão não conta mais com os mesmos números de eleitores. Para uma prefeitura que foi eleita com mais de 30.000 de maricaenses, sua esposa não conquistou nem 7.000 (votos em Maricá), um resultado desastroso para um partido que ainda vislumbrava 2012.
É chegada a hora, mesmo que tardia, o partido (colegiado estadual e federal), coligações e demais partidos de interceder pela cidade diante a tanta improbidade, omissões e falta de gestão. Pois para as próximas eleições independem do que outros eleitores de fora pensem, cada partido deverá lutar dentro desta pequena fronteira. Foi mostrada nas urnas nossa indignação, frustração e descrédito naqueles que vem renovando sua candidatura e nada fizeram independente de suas justificativas.
Que estes números nos sirvam de contextualização para todos, que não queremos estes mesmos nomes para 2012 e que aqueles que hoje estão aqui e nada fazem também não se reelegerão. Estes dados são incontestáveis e amadurecidos pelo sofrimento e desilusão de nossa população diante de tantos desgovernos agravados com este em que vivemos e que outrora era vislumbrado como a única salvação.
Somos todos (sem exceções) vitoriosos neste amadurecimento, cada um de sua maneira lutou para não se consagrar este descaso bizarro e inescrupuloso que estamos vivendo. Devemos continuar neste aprendizado e já buscar hoje o que queremos para nossa Maricá tão sofrida, pois só assim estaremos atentos dia-a-dia nestes 2 anos que nos restam para renovar nosso governo municipal. Mas, que temos como aprendizado que não adianta saírem de suas cascas às vésperas às eleições novamente, queremos ver AQUELES QUE TÊM pretensões sérias militarem diariamente lutando pela nossa Cidade e seus Habitantes.
Sejam os natos ou por opção (aqueles que escolheram aqui como seu lar) todos nós somos cidadãos de Maricá, moramos, vivemos e votamos aqui, e jamais poderemos ser discriminados, tão pouco desmerecidos. E, conscientes que independente de em quem cada um votou em 2008 temos o dever e o direito de manifestar, protestar e lutar para uma Maricá melhor, reivindicando infra-estrutura legítima e funcional.
Parabéns Cidadãos de Maricá!
Por esta vitória nas urnas e a grande demonstração que unidos em um objetivo comum somos fortes!
Ana Paula de Carvalho
Diga não a atual gestão! Diga Fora Quaquá!
Lute por Maricá!
Junte-se ao Movimento LUTO por Maricá
http://lutopormarica.blogspot.com/
Um dos três objetivos do Movimento LUTO por Maricá foi conquistado, isto é todos nos esforçamos para o impedimento da candidatura para Deputada Estadual da atual Primeira Dama da Cidade, por entender-se que como esposa do atual prefeito nada tenha a contribuir no cargo pretendido e beneficio da cidade..
Uma batalha vitoriosa nesta guerra pela busca de uma Maricá próspera. Uma vitória limpa e digna de todos que lutam contra a corrupção, amadorismo e incompetências que hoje assolam nossa Cidade, os números por si só expressam em alto e bom som que não mais seremos apáticos aos problemas políticos.
Todos devem avaliar seus papéis neste novo cenário, onde mostramos e que hoje a atual gestão não conta mais com os mesmos números de eleitores. Para uma prefeitura que foi eleita com mais de 30.000 de maricaenses, sua esposa não conquistou nem 7.000 (votos em Maricá), um resultado desastroso para um partido que ainda vislumbrava 2012.
É chegada a hora, mesmo que tardia, o partido (colegiado estadual e federal), coligações e demais partidos de interceder pela cidade diante a tanta improbidade, omissões e falta de gestão. Pois para as próximas eleições independem do que outros eleitores de fora pensem, cada partido deverá lutar dentro desta pequena fronteira. Foi mostrada nas urnas nossa indignação, frustração e descrédito naqueles que vem renovando sua candidatura e nada fizeram independente de suas justificativas.
Que estes números nos sirvam de contextualização para todos, que não queremos estes mesmos nomes para 2012 e que aqueles que hoje estão aqui e nada fazem também não se reelegerão. Estes dados são incontestáveis e amadurecidos pelo sofrimento e desilusão de nossa população diante de tantos desgovernos agravados com este em que vivemos e que outrora era vislumbrado como a única salvação.
Somos todos (sem exceções) vitoriosos neste amadurecimento, cada um de sua maneira lutou para não se consagrar este descaso bizarro e inescrupuloso que estamos vivendo. Devemos continuar neste aprendizado e já buscar hoje o que queremos para nossa Maricá tão sofrida, pois só assim estaremos atentos dia-a-dia nestes 2 anos que nos restam para renovar nosso governo municipal. Mas, que temos como aprendizado que não adianta saírem de suas cascas às vésperas às eleições novamente, queremos ver AQUELES QUE TÊM pretensões sérias militarem diariamente lutando pela nossa Cidade e seus Habitantes.
Sejam os natos ou por opção (aqueles que escolheram aqui como seu lar) todos nós somos cidadãos de Maricá, moramos, vivemos e votamos aqui, e jamais poderemos ser discriminados, tão pouco desmerecidos. E, conscientes que independente de em quem cada um votou em 2008 temos o dever e o direito de manifestar, protestar e lutar para uma Maricá melhor, reivindicando infra-estrutura legítima e funcional.
Parabéns Cidadãos de Maricá!
Por esta vitória nas urnas e a grande demonstração que unidos em um objetivo comum somos fortes!
Ana Paula de Carvalho
Diga não a atual gestão! Diga Fora Quaquá!
Lute por Maricá!
Junte-se ao Movimento LUTO por Maricá
http://lutopormarica.blogspot.com/
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
ALBERTO GENTILE ESTÁ DE VOLTA
VOLTANDO A TER VERGONHA NA CARA
Alberto Gentile, um cara EXATO
Durante cerca de dez anos os cidadãos sérios de Itaipuaçu buscaram se organizar em torno de diversas entidades, de que destacamos o Rotary, a ASSESI e o CEPEI, em cujas reuniões estavam em pauta melhorias para o bairro sem que os participantes se preocupassem com cargos políticos ou vantagens pessoais. Discutiam-se acaloradamente projetos de interesse coletivo, numa saudável reação a algumas Associações de Moradores que haviam se transformado na década anterior em verdadeiros comitês eleitorais ou escritórios para garantia de bons negócios durante a gestão do prefeito que ajudavam a eleger – alguém aí está interessado em relembrar os fatos? Vários vereadores foram eleitos e esquecidos por irem fazer carreira na sede do município. Episódios dignos de serem omitidos na história do Distrito, como a famigerada “República de Itaipuaçu” da AMAJA. Favor, aliás, não confundir com a Associação do Recanto, de origem e trajetória inteiramente diferentes até os dias de hoje.
Foram muitos os cidadãos de bem que transferiram seu deixaram seus locais de origem, vieram para este paraíso e passaram a dedicar-se a seus afazeres profissionais em Itaipuaçu nos anos da última década do século XX, quando aconteceu a melhoria dos serviços públicos – energia elétrica, telefonia, transporte coletivo – que permitiram uma saudável e boa qualidade de vida. Houve um sensível aumento do eleitorado local e, claro, muitos demagogos tentaram se aproveitar do fenômeno. Não contavam, porém, com o fato de não estar disponível um estoque interessante de picaretas: os eleitores estavam interessados em bem utilizar seus votos e buscar representantes com um nível mínimo de honestidade.
Havia vergonha – e muita – na cara dos moradores de Itaipuaçu, no momento de escolher seus representantes. Excepcionalmente, dois vereadores foram eleitos por suas ilibadas vidas pessoais e reconhecida integridade profissional: Tuninho do Birinight e Antônio da Zanuto. Podem não ter sido as melhores escolhas, mas foram suficientes para defender, na medida do possível, o interesse de Itaipuaçu em Casas Legislativas em que estavam visivelmente isolados. Podem até terem sido iludidos por políticos mais sagazes, mas não se venderam (Pelo amor de Deus, tenham a dignidade de não ficar relembrando fofocas e historinhas de mesa de botequim...). Um punhado de outros, com algum tempo de espertíssimos mandatos, foram mandados para casa (Estão voltando agora nuns empreguixos, paciência).
As eleições de 2008 tiveram a propriedade de serem manipuladas por um grupo político que tinha como objetivo a conquista e manutenção a qualquer preço do poder em Maricá, não para o bem estar de seus cidadãos, mas para distribuição de cargos e verbas públicas entre os membros da camarilha petista. Para garantir a vitória, era fundamental que a dignidade característica das lideranças de Itaipuaçu fosse abandonada. E que as pessoas de bem fossem convenientemente substituídas por pilantras interessados em empregos. Assim foi feito, assim o é. Você conhece alguma pessoa capaz e íntegra num cargo de administração pública em Maricá? Pior: que não seja de Niterói, Nova Iguaçu ou São Gonçalo?
Questões político-administrativas vêm incomodando a cidadania séria de Itaipuaçu desde a posse do atual prefeito, quando se percebeu que um show de pagode para pinguços era mais importante que o destino de algumas verbas destinadas a obras importantes no Distrito – como a relativa ao asfaltamento da Estrada de Itaipuaçu (trecho Inoã-Recanto), ou a prevista para as obras de abastecimento de água potável e saneamento básico, obtidas pelo atual Deputado Estadual Tucalo, mas que podem tomar outros destinos em razão da simples incompetência de Quaquá e sua camarilha.
As eleições acontecerão dentro de poucos dias e é preciso decidir quem colocaremos na Assembléia Legislativa representando nosso município e não interesses pessoais ou políticos difusos. Repito, à exaustão: é fundamental que volte a haver vergonha na cara dos moradores de Itaipuaçu, no momento de escolher seu representante.
Temos que voltar a discutir estas questões com a devida seriedade, objetivando resultados e não apenas marketing eleitoral. No dia 28 de agosto próximo, um sábado, os setores politicamente mais coerentes e dignos de Itaipuaçu estarão tendo esta oportunidade de ter um encontro importante que estão organizando para aqueles ainda interessados em ver um futuro melhor para nosso Distrito, num evento onde não entrará em pauta, como tem sido uma prática atual, a distribuição dos cargos aos cabos eleitorais da patroa do Prefeito, qual destaque terão na futura gestão municipal nem o dinheirinho que vai rolar na parada. Dona Zeidan, aliás, nem viria num ágape destes, estaria em outras bocadas, já que parece não gostar muito de aparecer em lugar de gente decente, assim como a turma de São Gonçalo, Niterói e Nova Iguaçu não terá muito interesse em participar de um encontro em que não haverá aquele leilãozinho de salários a que estão habituados.
Dia 28, sábado próximo, portanto, teremos uma grande chance de voltarmos aos tempos em que os cidadãos de Itaipuaçu utilizavam a sua inteligência, seus sonhos e o seu estoque de vergonha na cara para discutir projetos de melhoria para a região sem se preocupar em obter vantagens financeiras ou abrir mão de seus interesses familiares e profissionais. Está voltando um passado que já parecia extinto pela despudorada campanha de patos, pastelões, filhotes com pretensões a dono do pedaço nas eleições de 2008, quando o voto acabou sendo cotado na bagatela de cinqüenta reais. Voltaremos, insisto, aos tempos em que se apoiava um candidato pela afinidade ideológica ou administrativa, no máximo por empatia pessoal ou familiar e não por causa dos cargos de remuneração pouco mais que indigente, como os de superintendente regional e outros de menor qualificação, sem apelar para traições minúsculas. Ou que serão substituídos por outros de menor quilate com o passar do tempo.
Pergunto-me: Quem poderia ser encontrado num evento em torno de Tucalo Dias? Em primeiro lugar, o próprio, hoje um político franco e aberto, que foi aprendiz e vítima dos muitos problemas inerentes a um mandato prestes a se concluir e com muito a explicar de bom e de ruim aos seus eleitores com a serenidade e sinceridade, que teve que aprender para fugir das armadilhas de uma estrutura política mestra em jeitinhos e jeitões e minada pelos correligionários de Washington Quaquá.
Também estaremos desfrutando da companhia de muita gente boa, aqueles amigos de longa data que não nos traíram nestes últimos tempos, mesmo optando por outros candidatos também dignos, e que irão com muito prazer olhar profunda e honestamente em seus olhos, sem nenhum pudor. Você poderá conversar com eles sem nenhuma vergonha e sem constrangimentos. Afinal, ter apoiado Tucalo em qualquer das últimas eleições pode até ser visto como um equívoco político, uma opção eleitoral preocupante por sua juventude, mas nunca um motivo de desdouro, um pré-contrato de negociata com dinheiro público, como aconteceu nas eleições que deram vitória a Quaquá e seus quadrilheiros de 2008.
Voltaremos a ter o prazer de conversar sobre projetos sérios, de conteúdo voltado para a comunidade, em lugar de quimeras como estaleiros e portos cujos patrocinadores são empresas subsidiadas direta ou indiretamente pelo dinheiro público e gerenciados por petistas do grupo de controle do partido. Poderemos, por exemplo, projetar Colégios cuja preocupação não seja mera estatística ou a estampa do Secretário de Educação, mas uma formação adequada dos alunos para a realidade da economia positiva que se delineia para o município num futuro próximo.
Reencontraremos, pois, o grupo que, unido, nos fez enfrentar muitas dificuldades para transformar um pasto enlameado na bela Praça das Palmas e seu entorno, hoje um centro comercial urbano digno de orgulho, que transformou o local e incentiva a instalação de um comércio de qualidade. Afinal, planejamento administrativo indutor de progresso foi o que fizemos e poderemos mais fazer em encontros como o do dia 28 de agosto. Porque a vergonha estará voltando à nossa cara neste sábado. Só precisaremos de uma liderança que não nos decepcione.
Foram muitos os cidadãos de bem que transferiram seu deixaram seus locais de origem, vieram para este paraíso e passaram a dedicar-se a seus afazeres profissionais em Itaipuaçu nos anos da última década do século XX, quando aconteceu a melhoria dos serviços públicos – energia elétrica, telefonia, transporte coletivo – que permitiram uma saudável e boa qualidade de vida. Houve um sensível aumento do eleitorado local e, claro, muitos demagogos tentaram se aproveitar do fenômeno. Não contavam, porém, com o fato de não estar disponível um estoque interessante de picaretas: os eleitores estavam interessados em bem utilizar seus votos e buscar representantes com um nível mínimo de honestidade.
Havia vergonha – e muita – na cara dos moradores de Itaipuaçu, no momento de escolher seus representantes. Excepcionalmente, dois vereadores foram eleitos por suas ilibadas vidas pessoais e reconhecida integridade profissional: Tuninho do Birinight e Antônio da Zanuto. Podem não ter sido as melhores escolhas, mas foram suficientes para defender, na medida do possível, o interesse de Itaipuaçu em Casas Legislativas em que estavam visivelmente isolados. Podem até terem sido iludidos por políticos mais sagazes, mas não se venderam (Pelo amor de Deus, tenham a dignidade de não ficar relembrando fofocas e historinhas de mesa de botequim...). Um punhado de outros, com algum tempo de espertíssimos mandatos, foram mandados para casa (Estão voltando agora nuns empreguixos, paciência).
As eleições de 2008 tiveram a propriedade de serem manipuladas por um grupo político que tinha como objetivo a conquista e manutenção a qualquer preço do poder em Maricá, não para o bem estar de seus cidadãos, mas para distribuição de cargos e verbas públicas entre os membros da camarilha petista. Para garantir a vitória, era fundamental que a dignidade característica das lideranças de Itaipuaçu fosse abandonada. E que as pessoas de bem fossem convenientemente substituídas por pilantras interessados em empregos. Assim foi feito, assim o é. Você conhece alguma pessoa capaz e íntegra num cargo de administração pública em Maricá? Pior: que não seja de Niterói, Nova Iguaçu ou São Gonçalo?
Questões político-administrativas vêm incomodando a cidadania séria de Itaipuaçu desde a posse do atual prefeito, quando se percebeu que um show de pagode para pinguços era mais importante que o destino de algumas verbas destinadas a obras importantes no Distrito – como a relativa ao asfaltamento da Estrada de Itaipuaçu (trecho Inoã-Recanto), ou a prevista para as obras de abastecimento de água potável e saneamento básico, obtidas pelo atual Deputado Estadual Tucalo, mas que podem tomar outros destinos em razão da simples incompetência de Quaquá e sua camarilha.
As eleições acontecerão dentro de poucos dias e é preciso decidir quem colocaremos na Assembléia Legislativa representando nosso município e não interesses pessoais ou políticos difusos. Repito, à exaustão: é fundamental que volte a haver vergonha na cara dos moradores de Itaipuaçu, no momento de escolher seu representante.
Temos que voltar a discutir estas questões com a devida seriedade, objetivando resultados e não apenas marketing eleitoral. No dia 28 de agosto próximo, um sábado, os setores politicamente mais coerentes e dignos de Itaipuaçu estarão tendo esta oportunidade de ter um encontro importante que estão organizando para aqueles ainda interessados em ver um futuro melhor para nosso Distrito, num evento onde não entrará em pauta, como tem sido uma prática atual, a distribuição dos cargos aos cabos eleitorais da patroa do Prefeito, qual destaque terão na futura gestão municipal nem o dinheirinho que vai rolar na parada. Dona Zeidan, aliás, nem viria num ágape destes, estaria em outras bocadas, já que parece não gostar muito de aparecer em lugar de gente decente, assim como a turma de São Gonçalo, Niterói e Nova Iguaçu não terá muito interesse em participar de um encontro em que não haverá aquele leilãozinho de salários a que estão habituados.
Dia 28, sábado próximo, portanto, teremos uma grande chance de voltarmos aos tempos em que os cidadãos de Itaipuaçu utilizavam a sua inteligência, seus sonhos e o seu estoque de vergonha na cara para discutir projetos de melhoria para a região sem se preocupar em obter vantagens financeiras ou abrir mão de seus interesses familiares e profissionais. Está voltando um passado que já parecia extinto pela despudorada campanha de patos, pastelões, filhotes com pretensões a dono do pedaço nas eleições de 2008, quando o voto acabou sendo cotado na bagatela de cinqüenta reais. Voltaremos, insisto, aos tempos em que se apoiava um candidato pela afinidade ideológica ou administrativa, no máximo por empatia pessoal ou familiar e não por causa dos cargos de remuneração pouco mais que indigente, como os de superintendente regional e outros de menor qualificação, sem apelar para traições minúsculas. Ou que serão substituídos por outros de menor quilate com o passar do tempo.
Pergunto-me: Quem poderia ser encontrado num evento em torno de Tucalo Dias? Em primeiro lugar, o próprio, hoje um político franco e aberto, que foi aprendiz e vítima dos muitos problemas inerentes a um mandato prestes a se concluir e com muito a explicar de bom e de ruim aos seus eleitores com a serenidade e sinceridade, que teve que aprender para fugir das armadilhas de uma estrutura política mestra em jeitinhos e jeitões e minada pelos correligionários de Washington Quaquá.
Também estaremos desfrutando da companhia de muita gente boa, aqueles amigos de longa data que não nos traíram nestes últimos tempos, mesmo optando por outros candidatos também dignos, e que irão com muito prazer olhar profunda e honestamente em seus olhos, sem nenhum pudor. Você poderá conversar com eles sem nenhuma vergonha e sem constrangimentos. Afinal, ter apoiado Tucalo em qualquer das últimas eleições pode até ser visto como um equívoco político, uma opção eleitoral preocupante por sua juventude, mas nunca um motivo de desdouro, um pré-contrato de negociata com dinheiro público, como aconteceu nas eleições que deram vitória a Quaquá e seus quadrilheiros de 2008.
Voltaremos a ter o prazer de conversar sobre projetos sérios, de conteúdo voltado para a comunidade, em lugar de quimeras como estaleiros e portos cujos patrocinadores são empresas subsidiadas direta ou indiretamente pelo dinheiro público e gerenciados por petistas do grupo de controle do partido. Poderemos, por exemplo, projetar Colégios cuja preocupação não seja mera estatística ou a estampa do Secretário de Educação, mas uma formação adequada dos alunos para a realidade da economia positiva que se delineia para o município num futuro próximo.
Reencontraremos, pois, o grupo que, unido, nos fez enfrentar muitas dificuldades para transformar um pasto enlameado na bela Praça das Palmas e seu entorno, hoje um centro comercial urbano digno de orgulho, que transformou o local e incentiva a instalação de um comércio de qualidade. Afinal, planejamento administrativo indutor de progresso foi o que fizemos e poderemos mais fazer em encontros como o do dia 28 de agosto. Porque a vergonha estará voltando à nossa cara neste sábado. Só precisaremos de uma liderança que não nos decepcione.
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